Vem e vê, diz Jesus.
O caminho com Ele é sempre assim: em fé. “É assim que tem que ser” porque é assim que é.
Com Jesus a pedagogia do Caminho é contrária aos manuais. Com Ele o convite é para ir sem previamente conhecer a jornada, afinal, aonde se que tem que chegar, já se chegou visto que, se Jesus é o Caminho, então ele não é uma parte do Caminho, mas o Caminho completo, com início, meio e fim – se preferir Ele é, “apenas”; se preferir ainda, nEle meu Caminho está completo, mesmo que em mim ainda seja um processo. Jesus é o Caminho suficiente. Por isso a cada dia basta o seu mal. E também o seu bem.
Há quem espere dias melhores. Há quem tenha medo dos dias do porvir, mas nEle a chamada da vida é apenas para viver e não ficar preocupado com o próximo maná (é aqui que os espertos se ferram pois guardam para amanhã o que, verão, apodrecerá e é também aqui que os bobos se espatifam pois esperam para o futuro o que já é nEle no Hoje).
Quando chamou seus apóstolos Ele não os tentou convencer de nada. Não os fez um longo discurso a respeito da “vida cristã”, nem fez questão de batizá-los em seguida, nem os forçou a ir a alguma espécie de retiro espiritual a fim de fazer um supletivo doutrinário. Foi apenas um “segue-me” sem maiores conotações, explicações ou lições de cidadania, moral ou qualquer outro discipuladozinho zumbificante.
Com ele é pegar o fruto e provar. Até o caroço.
O caminho com Ele é sempre assim: em fé. “É assim que tem que ser” porque é assim que é.
Com Jesus a pedagogia do Caminho é contrária aos manuais. Com Ele o convite é para ir sem previamente conhecer a jornada, afinal, aonde se que tem que chegar, já se chegou visto que, se Jesus é o Caminho, então ele não é uma parte do Caminho, mas o Caminho completo, com início, meio e fim – se preferir Ele é, “apenas”; se preferir ainda, nEle meu Caminho está completo, mesmo que em mim ainda seja um processo. Jesus é o Caminho suficiente. Por isso a cada dia basta o seu mal. E também o seu bem.
Há quem espere dias melhores. Há quem tenha medo dos dias do porvir, mas nEle a chamada da vida é apenas para viver e não ficar preocupado com o próximo maná (é aqui que os espertos se ferram pois guardam para amanhã o que, verão, apodrecerá e é também aqui que os bobos se espatifam pois esperam para o futuro o que já é nEle no Hoje).
Quando chamou seus apóstolos Ele não os tentou convencer de nada. Não os fez um longo discurso a respeito da “vida cristã”, nem fez questão de batizá-los em seguida, nem os forçou a ir a alguma espécie de retiro espiritual a fim de fazer um supletivo doutrinário. Foi apenas um “segue-me” sem maiores conotações, explicações ou lições de cidadania, moral ou qualquer outro discipuladozinho zumbificante.
Com ele é pegar o fruto e provar. Até o caroço.
É para ir fundo na vida, como quem não tem medo, como quem não espera o amanhã, como que não espera a noite, nem quer saber se dias melhores virão ou não.
Com Ele, a chamada é viver.
Bjão,
Vando
vanderenator@gmail.com
Com Ele, a chamada é viver.
Bjão,
Vando
vanderenator@gmail.com





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