O deslumbramento é um risco para a alma.
Esta, a alma, deixa-se levar por este sentimento: "isso que tenho é o máximo, agora vou gozar de todo esse bem".
Esse sentimento de deslumbrar-se com os ganhos financeiros, com as próprias idéias, com a plataforma política proposta por seu grupo, com a própria religião, com o tamanho do templo que freqüenta ou com a sua própria ética, é um risco.
Sim, porque nada há na vida que não seja vaidade. E esse deslumbramento entorpece o olhar, anuvia o sentir, faz megalomaníaco aquele que o leva.
Ora, o deslumbrando não se imagina enxergando outra possibilidade, não consegue enxergar o outro e não perceber a dor. Para ele tudo se resume as suas conquistas.
Deslumbrado, torna-se vazio. E quando lhe pedem sua alma nada tem a oferecer. Mostra apenas seus ganhos, sua inteligência, suas conquistas, mas de alma oca e vazia.
Já o contentamento pode conhecer a dor e a alegria, a morte e o nascimento, a fome e a fartura que não se deixará deslumbrar. Saberá que tudo passa e que tudo passará. Sabe que terra e céu serão outros. Sabe que o que foi ontem já não é hoje. Sabe que amanhã é outro dia para o bem e para o mal, mas que mesmo o mal sempre coopera para o bem.
Assim, reconhecendo a trivialidade de todas as coisas, quer apenas ser achado como sábio e não apenas como inteligente, como um a quem nada pertence mesmo que tudo tendo, como aquele que, alcançando o mais alto pódio consegue olhar ao lado e ver a angústia que abate seu parceiro.
E você? Uma noite pedirão tua alma e o que você tem a oferecer?
Reflita.
No caminho, onde ter não representa ser,
Bjão,
Vando
vanderenator@gmail.com
Esta, a alma, deixa-se levar por este sentimento: "isso que tenho é o máximo, agora vou gozar de todo esse bem".
Esse sentimento de deslumbrar-se com os ganhos financeiros, com as próprias idéias, com a plataforma política proposta por seu grupo, com a própria religião, com o tamanho do templo que freqüenta ou com a sua própria ética, é um risco.
Sim, porque nada há na vida que não seja vaidade. E esse deslumbramento entorpece o olhar, anuvia o sentir, faz megalomaníaco aquele que o leva.
Ora, o deslumbrando não se imagina enxergando outra possibilidade, não consegue enxergar o outro e não perceber a dor. Para ele tudo se resume as suas conquistas.
Deslumbrado, torna-se vazio. E quando lhe pedem sua alma nada tem a oferecer. Mostra apenas seus ganhos, sua inteligência, suas conquistas, mas de alma oca e vazia.
Já o contentamento pode conhecer a dor e a alegria, a morte e o nascimento, a fome e a fartura que não se deixará deslumbrar. Saberá que tudo passa e que tudo passará. Sabe que terra e céu serão outros. Sabe que o que foi ontem já não é hoje. Sabe que amanhã é outro dia para o bem e para o mal, mas que mesmo o mal sempre coopera para o bem.
Assim, reconhecendo a trivialidade de todas as coisas, quer apenas ser achado como sábio e não apenas como inteligente, como um a quem nada pertence mesmo que tudo tendo, como aquele que, alcançando o mais alto pódio consegue olhar ao lado e ver a angústia que abate seu parceiro.
E você? Uma noite pedirão tua alma e o que você tem a oferecer?
Reflita.
No caminho, onde ter não representa ser,
Bjão,
Vando
vanderenator@gmail.com





0 Comments:
Post a Comment